sexta-feira, 30 de novembro de 2018

GOVERNO DO ESTADO RECONSTRÓI ESCOLA ANÁLIA NEIVA EM NOVA IORQUE

Fachada do C.E. Anália Neiva
Das diversas cidades maranhenses que fazem parte do mapa de obras educacionais de ensino regular em andamento pelo Governo do Maranhão, e executadas por meio da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra), a cidade de Nova Iorque, uma das contempladas com a reconstrução do Centro Educacional Anália Neiva, comemora as mudanças entre os alunos e professores, desde que o prédio foi entregue.

Maurício Carvalho já foi aluno na escola, professor e atualmente é secretário da unidade de ensino. Segundo ele, há mais de vinte anos o prédio necessitava de uma reforma, pois sua estrutura estava completamente comprometida. Sem ventilador nas salas, cadeiras quebradas e um ambiente totalmente insalubre, era completamente desmotivador a rotina tanto para alunos, quanto para os servidores. 

“Depois que a escola foi entregue, tudo mudou, somos um cartão postal para a cidade! A estrutura está linda, mudou a realidade dos alunos, dá até mais vontade para eles estudarem”, disse.
O secretário de Estado da Infraestrutura, Clayton Noleto, afirma que as obras de reforma e reconstrução das escolas de ensino regular estão mudando a rotina dos alunos. “Estamos trabalhando em várias cidades, e temos a certeza que as novas escolas terão espaços com mais dignidade para que alunos e professores possam desenvolver suas atividades. A escola em Nova Iorque é a prova disso, depois que a escola foi entregue, é possível ver a satisfação de toda a comunidade escolar”, enfatizou.

O C.E. Anália Neiva recebeu mais de R$ 1,5 milhões em investimento para a reforma da escola, o projeto contemplou salas climatizadas, cantina, banheiros adaptados, biblioteca e sala de informática. Aluno do 2º ano, Bruno Matias conta que no início do semestre precisava fazer os trabalhos em casa, pois os computadores estavam quebrados e sem acesso à internet.
Alunos da escola Anália Neiva agora possuem condições dignas para estudar. 
“As salas eram completamente diferentes do que está hoje, nenhum computador funcionava. O piso era completamente rachado, as carteiras estavam em condições precárias. Hoje é tudo diferente, dá um gosto a mais vir estudar com essa nova estrutura. Hoje, eu sinto orgulho em dizer que estudo nessa escola”, conta Bruno.

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