Blog do Leandro Noleto

sábado, 4 de maio de 2019

CONFIRA OS DETALHES DA ENTREVISTA COM O GOVERNADOR FLÁVIO DINO NA TV DIFUSORA DESTE SÁBADO


Em entrevista na manhã deste sábado (4) ao programa Resenha (TV Difusora), apresentado por John Cutrim e que contou com a participação especial dos jornalistas Adalberto Melo e Robson Jr., o governador Flávio Dino afirmou que não interferirá nas eleições de São Luís no primeiro turno caso seu grupo tenha vários candidatos a prefeito. 

Ele também revelou que mesmo o PCdoB, seu partido, tenha os deputados Rubens Jr. ou Duarte Jr, como candidatos, se manterá neutro na disputa. Além dos dois, no grupo dinista se colocam como pré-candidatos os deputados Bira do Pindaré (PSB), Neto Evangelista (DEM) e o presidente da Câmara de São Luís, vereador Osmar Filho (PDT).

Flávio Dino diz que se reunirá com Bolsonaro e não interferirá na eleição em São Luís, mesmo o PCdoB tendo candidato Por: John Cutrim Data de publicação: 04/05/2019 - 12:26 


Então, caso desses nomes aí você tenha três ou quatro candidatos, mesmo o candidato sendo do PCdoB a minha atitude será a mesma, pois do ponto de vista político eu sou tanto do DEM quanto do PCdoB, eu sou tanto do PCdoB quanto do PT, ou seja, eu sou filiado aos 16 partidos que me apoiaram, claro, é uma aliança, uma coligação, não posso priorizar o meu em detrimento daqueles que me ajudaram a chegar ao governo. Isso eu não farei, mesmo reconhecendo que o PCdoB tem dois excelentes pré-candidatos, se um dois dois for candidato, Rubens Jr., Duarte Jr. e se tiver o Neto, tiver o Bira, tiver outros eu não vou opinar, só vou votar e aí no segundo turno participarei como fiz na eleição passada”, garantiu Flávio Dino. Durante a entrevista, Dino anunciou em primeira mão ao Resenha um encontro que terá com o presidente Jair Bolsonaro na próxima quinta-feira.


Eleição em São Luís 

“Tenho orgulho de integrar esse time de ótimos pré-candidatos. 

Rubens Jr, Duarte Jr., Bira, Neto Evangelista, Osmar Filho, e outros que possam surgir dos partidos que são aliados ao governo. Todas pessoas credenciadas, pessoas que eu conheço, que eu respeito, e que, portanto, reúnem os atributos necessários com legitimidade fazer esse pleito. Acho que me cabe tentar unificar o máximo possível, junto com o prefeito Edivaldo, claro, a sucessão é dele, me referindo a São Luís e isso vale para todas as demais cidades. 

Como ator político, como coordenador desse pacto que fizemos para vencer duas eleições para o governo do estado e elegemos os senadores em duas eleições, eu sempre procuro ser a voz da moderação, de procurar harmonizar e tentar unificar. O caso de São Luís é um pouco mais complicado, porque de fato são postulantes que tem lastro tanto de experiência política, gerencial pra manter esses pleitos. No momento certo, junto com o prefeito Edivaldo nós vamos procurar e dizer ‘dar pra unir aqui ou ali’ e vamos tentar fazer essa união ampla. Se não for possível, vou fazer o que fiz na eleição passada, havia a candidatura do prefeito Edivaldo à reeleição, havia a deputada Eliziane Gama, que era candidata a prefeita. 

No primeiro turno eu não participei da eleição em São Luís, exatamente em respeito as várias posições políticas que havia no nosso campo. Então, caso desses nomes aí você tenha três ou quatro candidatos, mesmo o candidato sendo do PCdoB a minha atitude será a mesma, pois do ponto de vista político eu sou tanto do DEM quanto do PCdoB, eu sou tanto do PCdoB quanto do PT, ou seja, eu sou filiado aos 16 partidos que me apoiaram, claro, é uma aliança, uma coligação, não posso priorizar o meu em detrimento daqueles que me ajudaram a chegar ao governo. 

Isso eu não farei, mesmo reconhecendo que o PCdoB tem dois excelentes pré-candidatos, se um dois dois for candidato, Rubens Jr., Duarte Jr. e se tiver o Neto, tiver o Bira, tiver outros eu não vou opinar, só vou votar e aí no segundo turno participarei como fiz na eleição passada. Em todas as cidades maranhenses nós vamos procurar unir esses partidos, isso vale pra Imperatriz, Caxias, Timon, pra todos os municípios do Maranhão. Nada será de cima para baixo, eu ouvir todo mundo e onde der pra unificar, eu vou participar da eleição, da campanha, eu não olho muito pra sigla, eu quero é o bom resultado”.

Encontro com Bolsonaro

 “Eu ajudo o governo federal, eu dou a principal contribuição que eu possa prestar, fazer uma boa oposição. Eu critico o governo firmemente lutando pra ver se acha um bom caminho. Agora pela primeira vez fui chamado pelo presidente da República para uma audiência nesta semana, na quinta-feira. Lá estarei. Será a primeira audiência, eu já havia pedido formalmente desde janeiro. Se o presidente vier ao Maranhão também, se depender de mim, se ele quiser, será bem recebido, como eu recebo todo mundo com educação e nos termos da lei, independentemente da minha posição crítica.

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